Perdeu o emprego? Veja 8 dicas para reduzir os prejuízos

Organize as suas finanças e minimize os prejuízos do desemprego com estas 8 dicas valiosas dos especialistas!

Quando chega a notícia da demissão, vem logo aquele pensamento: “Perdi o emprego. E agora?”. A primeira atitude a ser tomada é organizar as finanças. Só assim é possível passar pela crise de uma forma menos traumática. Mesmo que você esteja completamente quebrado.

Eu sei, parece impossível. Mas não é! E concentrar os seus esforços para se reestruturar é estar prevenido para os próximos imprevistos. Confie em mim: eles virão.

Ano passado, a média do desemprego no Brasil chegou aos 13,5%, de acordo com os dados do IBGE. A pandemia agravou os índices, já que milhares de negócios foram obrigados a fechar as portas no país.

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As dicas do educador financeiro Reinaldo Domingos podem fazer toda a diferença nesse momento da sua vida. Como presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros, ele tem muito a ensinar.

Por isso, se você está desempregado e ainda não organizou as finanças pessoais, não deixe de ler este artigo.

1 – Não pague as dívidas imediatamente

Ninguém gosta de ter dívidas, isso é um fato. Mas, quitá-las neste momento da vida, por mais que pareça certo, pode ser um erro. Principalmente, se você precisa gastar grande parte da sua rescisão ou reserva para tal.

A partir do momento em que não há mais fonte de renda, a reserva financeira deve cobrir os gastos que virão pela frente. Por isso, faça um bom planejamento de como utilizá-la até que outra fonte de renda seja encontrada.

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2 – Organize a reserva de emergência

Ter dinheiro guardado é a regra número um das finanças pessoais. Temos despesas fixas e inadiáveis, e no momento do desemprego, é desse dinheiro que sobreviveremos.

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Por isso, não mexa nos valores do seguro desemprego ou fundo de garantia até que tenha uma estratégia definida. Coloque, nesse planejamento, recursos para retomar a sua carreira e voltar ao mercado de trabalho.

3 – Realize uma Faxina Financeira

Sabe aqueles gastos não essenciais que você costuma ter? Corte-os imediatamente. Absolutamente todos devem ser repensados, como uma verdadeira faxina financeira, mesmo.

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Refeições fora de casa, contas exageradas de celular e a TV Paga são alguns exemplos de custos que podem ser cortados momentaneamente. Só gastos fundamentais devem ser priorizados agora.

 4 – Abandone o crédito fácil por enquanto

É difícil, mas cartões de crédito e outras modalidades de crédito fácil como cheque especial, por exemplo, devem ser deixados de lado!

Em emergências, utilize a sua reserva, e não o crédito. Se você não conseguir pagar pelo cartão ou cheque especial, os juros serão gigantes, e isso poderá te colocar em um caminho sem volta.

5 – Faça uma análise da realidade

Comece levantando todos os seus gastos mensais. Faça-o de forma minuciosa, anotando desde o sorvete do passeio com os filhos no fim de semana à parcela do seu veículo próprio.

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Até as dívidas e os parcelamentos que não serão pagos agora deverão ser somados e descritos.  Analise a sua realidade financeira, descobrindo tudo o que pode ser feito para melhorá-la. Não deixe passar nada!

6 – Diminua o padrão de vida

Ser humilde pode te ajudar, e muito, a passar por esse momento tão difícil. Ficar desempregado não é motivo de vergonha! Perder o emprego é algo que pode acontecer com qualquer um de nós.

Portanto, assuma para você mesmo que a sua realidade e padrão de vida mudaram, mesmo que momentaneamente. Viver de aparências não é inteligente para refazer o seu futuro financeiro. 

7 – Busque por bicos e freelas

Que tal buscar formas de gerar renda? Mesmo que elas estejam fora da área em que você atua?  É uma boa alternativa para enfrentar o desemprego da melhor forma.

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Tem um carro parado na garagem? Hora de deixar o orgulho de lado e fazer algumas corridas através da Uber ou outras plataformas. E este é só um exemplo! Veja 7 maneiras de ganhar dinheiro neste momento.

8 – Negocie todas as dívidas

Não existe nenhum problema em falar a verdade para os seus credores. Procure-os e fale francamente que, apesar de não querer se tornar inadimplente, não tem como pagar as dívidas agora.

O que você deve tentar fazer é adiar os débitos e reduzir os juros. As dívidas com as taxas de juros mais altas devem ser priorizadas. Aquelas com bens de valor como garantia, também!

Diante do cenário de crise econômica que enfrentamos, saber administrar bem as finanças é fundamental. Por isso, comece aproveitando esss 8 dicas valiosas para organizar a sua vida financeira, e passe pelos impactos do desemprego de forma mais leve e fluida.

Já pensou que alguns de seus amigos e familiares podem ter perdido o emprego recentemente? Se este artigo foi útil para você, pode ser útil para eles também. Por isso, seja um agente de mudança e compartilhe este texto nas suas redes sociais!

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Fernanda Reis
Redatora formada em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, fotógrafa nas horas vagas e mãe da Aurora. Nascida e criada em Recife (PE). Em seus 28 anos de vida, sempre teve paixão por escrever e um interesse especial pelas áreas de Economia e Finanças.

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